22 outubro 2011

Pan 2011 - Guadalajara

Essa semana foi absolutamente intensa para mim.
Trabalhei (para a faculdade), li Água para Elefantes (terminei ontem, comento mais à frente), consegui manter o autocontrole que venho buscando, mantendo meu jejum (menciono mais adiante também), e fiquei ALUCINADA com os jogos pan-americanos.
Viciei, mesmo. E hoje fico com “aquele” gostinho de quero mais, pois já acabou a participação da natação no Pan. Pena que passou tão rápido.
Todos os dias assisti, ao chegar da facul, entre uma tarefa e outra, acompanhando a evolução do Brasil, que está extremamente superior do que em sua atuação no Pan do Rio. A altitude mexicana fez é bem para os atletas brasileiros rsrs.
Adoraria ter visto as competições pessoalmente.
Principalmente nas piscinas.
O vôlei feminino na final contra Cuba arrepiou. Fora o susto com a Jacqueline.
E, mais uma vez, os atletas brasileiros dominaram o vôlei de praia.

 
A ginástica rítmica me encanta, assim como o nado sincronizado, tanto em dupla quanto em equipes, foi lindo. Dá até vontade de tentar umas cambalhotas numa piscina, embora eu precise mesmo de um daqueles protetores nasais, pois a primeira vez que dei cambalhota na piscina foi quando aprendi, na 2ª série, e entrou tanta água no meu nariz que parecia que eu ia explodir.

 

As lutas, honestamente, dispenso. Não estou desmerecendo o trabalho dos lutadores, pelo amor de Deus, não me entendam mal, só estou dizendo que não gosto de assistir. O Boxe me dá má impressão; os nocautes então... nem se fala. E o Taekwondo até que vi bastante, mas não me empolga como outras modalidades.
Aprendi a nadar e mergulhar aos 7 anos, na escola onde estudava, estava na 2ª série. Adoraaaaaaaaaaaava as aulas, a piscina, a natação! Naquele ano, eu que era mirradinha, desenvolvi um pouco os ombros e passei a prender a respiração por cada vez mais tempo (tempos mínimos, diga-se de passagem).
Minha primeira e única prova foi ao final daquele ano, e foi ridícula. Era simplesmente o nado crawl (estilo livre), ida e volta, uma única vez... Logo na saída, que já foi dentro da piscina, eu parecia um passarinho desesperado que estava se afogando: batia braços e pernas freneticamente e, PASMEN (!), não saía do lugar!!! Até que cansei, parei, recomecei e, finalmente, consegui realizar a prova. A essa altura, eu já tinha chamado a atenção de todos os pais que assistiam corujamente seus pimpolhos... E já tinha pago meu mico nataçãolístico.
Depois, acabei parando. E me arrependo. Não vejo a hora de voltar. Assistir as provas da natação brasileira me deram um gás para procurar voltar a treinar. Thiago Pereira realizou muitas provas e fez jus ao título de “Mister Pan”. (Nunca vi o Thiago taaantas vezes em tão pouco tempo. Como agüentar essa seqüência de competições, hein?). A atuação do Cesar Cielo é tamanha, que não sei descrever o que sinto, o que ela reflete em mim. E, para quem nunca viu, dê uma espiada nos textos que o Cesão escreve... simples, direto ao ponto, e muito inspirador. Escreve muito bem. Lições de vida, verdadeiramente. (Oposto de mim, que redijo verdadeiros tratados... hehe).

Cesar Cielo, Leonardo de Deus e Thiago Pereira, campeões individuais no Ouro

Hoje teve Cielo ao vivo no Jornal da Record. Assiti as reportagens sobre os outros nadadores, e a entrevista com o homem mais rápido do mundo, prestigiando esse atleta completo, e esse ser humano aparentemente tímido, mas que não esconde a simpatia. Acho que deve ser (ou deve ter sido) difícil ser tudo o que representa Cesar Cielo. Com tantos títulos, marcas e recordes, mesmo que ele seja perfeccionista na natação e busque sempre superar a si mesmo, existe uma grande expectativa em torno de seu desempenho. E as cobranças, são moles? Sei não... tem que ter muita fibra mesmo, a cabeça no lugar, e um autocontrole quanto a própria postura perante o público, a família, os patrocinadores, o clube, os técnicos, e os adversários. E, visto este Pan 2011, Cesar já superou isso. Se apresenta muito gente boa, família, amistoso e com fé. Fora a concentração quanto à natação.
Ei, Pequeno, pode ter certeza que vocês levaram o Brasil lá pra cima!
Daqui para frente, Thiago Pereira vai chegando lá também e, dedicado e compenetrado, logo mais será um colecionador de medalhas mundiais.
E os meninos da natação brasileira surpreendem, não que não se esperasse muito deles, mas foram além, e vêm crescendo nas competições. Logo logo, Bruno Fratus, Guilherme Guido, Leonardo de Deus, Gabriel Mangabeira, Felipe França e tantos outros serão nomes conhecidos, muito além das Américas. Gigantes da Água, estamos com vocês nas Olimpíadas de 2012! Pode contar!
"Não desperdice as chances que você mesmo criou!" 


Vi muitas entregas de medalhas. Me peguei com sorrisos bobos no canto da boca. Torci. E valeu a pena.
Talvez por morarmos abaixo da Linha do Equador, não sei, mas continuo torcendo claramente pelos países sul-americanos, quando não é contra o Brasil, evidentemente! Rsrs
Parabéns a todos, e vamos fazer uma campanha para termos campeonatos desse porte em São Paulo? Hehehe
O Pan continua... basquete, futebol, lutas... Vamo que vamo, Brasil!
Tô ansiosa pela Ginástica Olímpica.
Valeeeeeeeeeeeeu!!!
ISSO É BRASIL!!!

Ah, e só uma observação além do Pan: ainda não tinha tido tempo de comentar por aqui, mas parabéns a todos que lutaram e trabalharam para conseguirmos a abertura da Copa do mundo de Futebol em São Paulo!!! O anúncio oficial da FIFA saiu essa semana, e foi uma loucura, êxtase, e alegria estonteante para paulistas, para os moradores de Itaquera, para trabalhadores do novo Estádio do Corinthians, para o presidente Andrés Sanches, e para nós, torcedores desse clube guerreiro. Sim, sou Corintiana. E com orgulho. E, mesmo morando beeeeem longe da ZL e de Itaquera, essa abertura não posso perder... quem me leva, dia 12 de junho, para a abertura da Copa?
Hahahaha
Que incrível!
É nosso!!!

Até a próxima,
Beijo beijo
Bui Spinelli

P.S.: Para ver as imagens em tamanho maior, basta clicar nelas.


Créditos das imagens: Todas Divulgação (Oráculo Google)
Crédito das montagens: Mon coeur en flammes

04 outubro 2011

Devaneios: Crenças e Vida



Quando você se sente extremamente bem, feliz e plenamente satisfeito,  a que atribui tal sensação? De onde vem tamanha paz de espírito?
Confesso que sempre fui fascinada pelo Espiritismo, o chamado “Kardecista” (denominação errônea e comumente utilizada para designar o Espiritismo, que difere do Espiritualismo).
Ultimamente tenho me afinado mais com os estudos da Doutrina Espírita, embora tenha plena consciência de que os conhecimentos adquiridos ao longo de meus vinte anos ainda sejam escassos e, sem falsa humildade, ainda tenho muito que aprender e buscar na minha própria evolução espiritual.
Fui iniciada, religiosamente, no Catolicismo. Fui batizada, fiz Primeira Comunhão (Eucaristia) e, aos quinze anos, Crismei, o que significa uma confirmação na vivência religiosa da Igreja Católica Apostólica Romana. Mas sempre tive contato com o Espiritismo e com o Espiritualismo (através da Umbanda), por ter parentes bem próximos que são adeptos de tais religiões. Recebi ensinamentos, freqüentei Giras de Criança em Templo Umbandista, enquanto criança, e acabei, com os percalços da vida, me afastando.
Depois de crismada, passei a freqüentar a Igreja Católica esporadicamente, e cada vez menos. Ia somente quando sentia certa necessidade, quando sabia que ir até lá me faria sentir bem, e não por obrigação, pois de nada valeria.
Como reduzi significativamente minhas confissões, não comunguei mais (a Hóstia, Corpo e Sangue de Cristo, na Eucaristia). Passei a ir à missa pouco mais de duas vezes por ano, o que não se pode chamar de “católica praticante”.
Ainda freqüento, vez ou outra, em comemorações católicas, como a Missa de Ramos, em que chorei compulsivamente durante o “Pai Nosso” musicado na versão do Padre Marcelo. E chorar me deixou mais leve. Vou também a batizados, casamentos, e afins.
Dentre os padres que conheci, os que mais claramente me recordo tinham lá suas particularidades: um era palmeirense (com quem comunguei pela primeira vez), outro, indiano (cuja missa me emociona e traz paz), e Frei Xavier (em cuja escola estudei dois anos seguidos). Fora, claro, o Bispo Fernando, que me crismou.
Respeito enorme e amorosamente a Igreja Católica. Mas não posso dizer que concordo com todos os preceitos e práticas da religião. Já não me identifico tanto, se é que algum dia tenha me identificado “tanto”.
Quando me perguntavam qual era minha religião, costumava brincar “sou católica, mas com um pezinho no Espiritismo”, sem ironia, deboche, ou desrespeito.
Bom, recentemente tenho pensado mais no assunto, tenho me dedicado mais à minha própria formação religiosa, e ao meu relacionamento com todos no entorno.
Minha Tia Lena (que já mencionei aqui) é, antes mesmo de ser tia, AMIGA. É conselheira, é minha guia espiritual. Orienta-me e me instrui. E é médium, com grande sensibilidade. Conversas com ela me abrem os olhos, a mente e o coração para diversos assuntos. Com a filha dela, minha prima Lú, também.
Minha irmã começou a freqüentar, há pouco tempo, um Núcleo Espírita que está lhe fazendo muito bem. Lá ela conheceu novos amigos e reencontrou pessoas que já passaram pela vida dela, e pela minha também, mas que há tempos não se tinha mais contato.
E há os livros, os quais retomarei mais adiante, em outros posts.
Tudo começa no pensamento. A intenção metamorfosiada em palavra vem a ser um ato. Toda atitude, toda transformação, parte de nossas idéias.
Minha irmã é a prova viva disso: está pensando diferente, acreditando com outro tipo de fé, com outra visão... mas as mudanças propriamente ditas são graduais, e leeentas.
Só de pensar no assunto freqüentemente, já me vejo considerando idéias e fatos de maneira diferente, planejando mudanças em alguns de meus comportamentos, tentando ser mais paciente justamente naquelas situações que mais me “enlouquecem”.
Por enquanto, as mudanças estão na cabeça, na maneira de pensar, de ver e encarar o mundo. De ter fé.
Tenho orado como há tempos não fazia, com verdadeira fé. Palavras pronunciadas automaticamente de nada valem, nenhum efeito produz. Há que se acreditar.
Embora tenha meus momentos de fraqueza egoísta e de apego superficial, acredito que eu seja uma pessoa prestativa e generosa. E mesmo nesta minha atitude, quanto aos outros, tenho procurado depositar uma nova e melhor postura, ao menos no campo das idéias.
Cada romance espírita traz ensinamentos (muito além de religiosos) morais e de caráter, para uma melhor vivência coletiva e para aproximação com nosso Pai Criador.
Se estamos encarnados é por que ainda temos uma missão a realizar, um débito para saldar, uma historia para resgatar, um auxílio para prover. Temos de fazer valer a pena, buscar aprender com as oportunidades da vida, inclusive e principalmente com as difíceis, para evitar que estas se repitam. O ser humano é muito ingrato, reclama demais, revolta-se, sem enxergar além. Deus nos dá os problemas que podemos carregar e que necessitamos provar para evoluir.
Todos os dias é uma nova chance para se começar, para se aprender, para tentar mudar, melhorar, para agradecer, para se arrepender.
Ele quer ver-nos felizes, participando do grande banquete da vida através de Seu amor, aceitando-O. Quais as suas corriqueiras atitudes? Elas demonstram gratidão ao Pai? Demonstram uma vivencia segundo Seus preceitos, disseminando o bem e a comunhão? Você tem tentado mudá-las? Já agradeceu por hoje? Então aproveite o momento! Não perca tempo. A vida terrena é curta demais para uma plena preparação para a vida eterna junto a Cristo e a todos os nossos irmãos em Deus, então usufrua o seu tempo, aqui, da maneira mais eficaz possível.
Um amigo da minha Mãe tem uma bela postura, que admiro e acho incrível, que é a de ter um dia certo na semana para agradecer. No meio da semana, no meio da rotina, ele se dedica a fazer uma pausa para agradecer a Deus. “Hoje é dia de agradecer” diz ele, em plena quinta-feira.
Conversando com minha amiga Sarah, a qual tem a delicadeza e generosidade de compartilhar comigo o que ela já aprendeu na religião dela, através de textos bíblicos e suas respectivas idéias e conclusões, refletíamos sobre o texto que ela me mandou recentemente: “O filho pródigo”. Sem querer me prolongar muito, mencionei esta situação, pois uma de nossas conclusões e concordâncias a respeito foi a de que Deus é amoroso e justo. Ele nos ama, acima de tudo, não pelo que somos, mas pelo que Ele é, dedicada e grandiosamente.
Procuremos agradá-lo e retribuí-lo, seguindo seus ensinamentos, afinando-nos com a existência divina, o que traz benefícios a nós mesmos.
Há um Plano Maior. Serviço, dedicação, humildade, compaixão e, principalmente, AMOR, nos aproximam do plano de Deus. Ele não precisa de nós e, ainda assim, nos quer bem! Nós, sim, precisamos d’Ele.
Deus nos ama! Isso basta!
Concorda?



 
Até a próxima,
Beijo beijo
Bru Spinelli

P.S.¹: Para ver as imagens em tamanho maior, basta clicar nelas.
P.S.²: Ouçam "Penguin Cafe Orchestra - Perpetuum Mobile" =D

Créditos das imagens: Todas Divulgação (Oráculo Google)
Crédito das montagens: Mon coeur en flammes

01 outubro 2011

Opinião / Recomendo: Khan el Khalili


Tive contato com a Casa de Chá Epípcia e Cafeteria Árabe Khan el Khalili através, primeiramente, da internet. Sou fascinada pelo universo árabe, dança do ventre, músicas árabes, pirâmides, deserto... E, numa das vezes em que eu googlava sobre dança do ventre e afins, achei o site, e desde então tinha intrínseco desejo de conhecer pessoalmente.
Depois de uns dois, quase três anos desde meu primeiro contato com o site, depois de vááárias visitas ao site, depois de descobrir o percurso para chegar lá, depois de ver opiniões (em sua maioria, toscas) no Google Maps, finalmente entrei em contato, via e-mail, com a casa.
Com muita atenção, todos os meus e-mails foram respondidos e todas as dúvidas, sanadas.
Chamei uns amigos e familiares para visitar a casa, em comemoração ao meu aniversário de 20 anos (já há dois meses hehe), e reservei uma sala para minha turma.
Para fazer reservas, é necessário um grupo de, ao menos, dez pessoas. Infelizmente, no dia, alguns desmarcaram, e no final das contas fomos em sete pessoas. Antes de sair de casa, mandei um e-mail avisando que iria com menos pessoas do que o agendado, desmarcando a reserva.
Fomos.
Agora começa a parte boa, que desmente os comentários mesquinhos encontrados no Google Maps.
Primeiramente, o ambiente é super aconchegante, e você realmente se sente em outro lugar. Escolhemos o ambiente com almofadas, para ser diferente mesmo, pois cadeiras, poltronas e afins encontra-se em outros restaurantes. As almofadas são grandes enormes e confortáveis, e a mesinha baixa, na altura certa. Salas com desenhos característicos egípcios, hieróglifos, inscrições, portas e janelas (entre-salas) com design árabe, e baixa iluminação dão todo o clima.

Contrariando as críticas lidas nos tais comentários que mencionei, aprovei o atendimento: moças simpáticas, receptivas e atenciosas recepcionavam, esclareciam e serviam. O rodízio passava de tempos em tempos, sem deixar a desejar; e até em nossas brincadeiras as moças entraram, comentando e rindo junto de alguma situação, palhaçada ou pose de Cleópatra para tirar fotos.
Alias, o rodízio! Que comida boa! Primeiro veio a cesta de pães, empanturrada com diversos tipos de pães, bolos, biscoitos e torradas que se pode imaginar. Você nem aguenta comer tudo! (Isso porque era uma cesta para duas pessoas, e ainda assim sobrava...). Acompanhando a cesta, vêm cinco tipos de patês: azeitona com ricota (a preferida da maioria!, todos amaram, menos eu, que não sou chegada em azeitona), berinjela (patê dos deuses, juro!, o melhor!, com um toque de sabor de vinagrete), banana (não ligo muito também), azeite com ervas árabes (diferente... sem mais rsrs) eo último eu esqueci... se lembrar, atualizo aqui =D
Ah, e antes da cesta de pães, temos uns aperitivoszinhos, tipo uva passa, amendoizinho... Hehe.
Quanto aos chás, preferi os quentes (no meu caso, foi o meu favorito: cidreira). Gelado, provei o de hortelã, mas não repetiria numa próxima vez, embora o gelado de matte seja até que bom. Ah, e é muito chá também: um bule de chá quente (umas três xícaras) e/ou um copão de chá gelado. Fica à sua escolha. Há também as outras bebidas, não tradicionalmente árabes, às quais já estamos habituados (e são mais caras do que em outros estabelecimentos). E o tradicional café árabe, que não provei: ele é um café forte, que não é coado!!! (para se ler a borra, Zoraide?).
Depois circularam os salgadinhos: coxinha, croquete, kibe, bolinho de queijo e esfirra, umas três, quatro vezes. Na segunda vez já nem peguei tudo o que era oferecido. É comida pra caramba hehe.
Veio, então, o diferencial, do qual a casa se orgulha: a dança do ventre! Ao todo, foram cinco bailarinas, que circulavam pelas salas, cada uma fazendo suas apresentações individualmente. A cada troca de bailarina, uma nova música. Sim, elas realmente dançam muito bem. Umas mais, outras menos. Umas mais experientes, outras mais técnicas. Umas mais desenvoltas, outras mais carismáticas. Foi um belo show!
Terminado o espetáculo de dança, veio o rodízio das sobremesas. A esta altura, o estômago já estava bem preenchidinho rsrs
Foram diversas sobremesas, entre sorvetes, bolos brancos e negros (divinos!!!) e docinhos árabes: biscoito recheado com creme de tâmaras (importadas? hahaha...), folhados e muitos outros, igualmente deliciosos, embora a maioria eu só tenha provado, pois realmente estava satisfeita.

O serviço todo não é dos mais baratos, nem absurdamente caro, e é beeem farto. Come-se bem e aproveita-se o ambiente em companhias agradáveis, com direito a show de dança. Sensacional.
Minha primeira impressão sobre a casa foi das melhores.
Magnífica comemoração de aniversário. Especial jeito de virar a década! Obrigada, amigos e irmã, por compartilharem desse momento comigo.
Bora repetir a dose!!!!!

Até a próxima,
Beijo beijo
Bru Spinelli

P.S.: Para ver as imagens em tamanho maior, basta clicar nelas.

Créditos das imagens: Acervo Pessoal e Site Khan el Khalili
Crédito das montagens: Mon coeur en flammes