09 julho 2012

“Sentimentaaaaaaaaaal eu sou”


Nossa, aconteceram tantas coisas rapidamente, que eu nem sei a que conclusão chegar, pois as conclusões que eu havia estabelecido podem ter caído por terra.
Sabe, é aquele veeeeeelho problema de formar opiniões precocemente. Você não sabe muito sobre uma coisa, mas com o pouco que você sabe, você já IMAGINA como deva ser o resto que você desconhece. E assim foi. É também o veeeeeelho problema de criar expectativas, quanto a outras coisas, situações ou pessoas, e se decepcionar. E também expectativas quanto a opinião que os outros “tem / devam ter” de nós mesmos. É. Porque sou de um jeito e achava que todos me imaginavam daquele jeito, mas descobri que não.
(As pessoas fazem como eu costumava fazer: com o pouco que conhecem de mim, já imaginam – erradamente – como sou por completo!)
Triste isso.

Resumidamente, digamos que as pessoas acreditam que eu sou mais forte do que eu verdadeiramente sou. E eu não sou, não agüento qualquer baque.
E eu sou romântica, carinhosa, sentimental... muito mais do que possa parecer... mas poucas pessoas vêem isso, pois não demonstro muito esse meu lado. Talvez para, justamente, não parecer fraca. E aí sou vista por óticas turvas. Acho que eu escondo um pouco esse meu lado por trás do humor. E aí as pessoas me vêem somente como uma pessoa forte e bem humorada, sem frescurites de menininha. E me dói saber que é assim. Me dói saber que, hoje em dia mais do que nunca, tudo se resume à satisfação de desejos momentâneos.
As pessoas perderam um pouco de sensibilidade, dando vazão ao imediatismo.
E não é assim. Ao menos para mim.
Não espero conhecer um moço hoje e já conversarmos coisas pessoais. Não espero gracinhas nem fofurices de um estranho. Nem quero.
Tudo ao seu tempo. E tudo no seu lugar.

(Aliás, aqui também entra o tópico “puxar assunto”... é, às vezes eu deixo de procurar pessoas não por desinteresse, mas por levar em consideração a possibilidade de acharem que estou agindo indevidamente, mesmo porque não pretendo incomodar nem sufocar ninguém)
Mas, hoje está tudo tão bagunçado, que se você tiver simpatia por alguém, você não está sendo educado, mas já está paquerando. Ah, que isso? É tudo tão passageiro, tão efêmero mesmo?
E aí, se você nutre um sonho de estar com alguém não só por hoje, mas também amanhã, e depois, você é quase um louco. É, porque é difícil haver comprometimento nas relações, do tipo de ajudar o outro, respeitar as escolhas, AS AMIZADES, e o espaço do outro e, principalmente, de conseguir ficar feliz PELO outro. Sem um amor EGOÍSTA, como vemos por aí.
Parece que não, mas é mais comum do que se imagina. Quantos casais você conhece que são realmente parceiros? Quantos amigos você tem que namoram pessoas ciumentas? Pois bem, quantos desses namorados(as) dos seus amigos participam da “amizade” da turma? Ao meu ver, isso é desrespeito com o parceiro(a). Todo mundo precisa de espaço, mesmo até para sentir saudade. É uma linha muito tênue entre estar “presente” ou “ausente” na vida de alguém, pois grude direto também enjoa. Sim, e quantos desses seus amigos levam a sério, se importam ou tentam esclarecer esses ciúmes exagerados e desnecessários de seus respectivos parceiros(as)? Onde está o comprometimento com o outro?
Enfim, meu desabafo veio pelo comprometimento de maneira geral. Quantos amigos e parentes você tem? E com quais deles você pode verdadeiramente contar, para TUDO que vier?
Alimentamos muitas relações de fachada.
Ah, e para quem é adepto de redes sociais... quantos contatos você tem? Com quais você tem CONTATO de fato?
É para se pensar...
Ridículo.
E, no meio de taaaaantos contatos, somente os que me conhecem desde que eu era beeem pequena é que conseguem chegar o mais próximo da realidade no que diz respeito a ter uma opinião formada sobre mim, pois quando criança eu era mesmo mais “nhé nhé nhé”. Criança, né. Hoje disfarço o meu “nhé nhé nhé”, nem tanto por opção, já virou automático. Fazer o que, sou assim.
O que eu quero? Encontrar um moço que tenha a sensibilidade de me enxergar como eu realmente sou, que entenda os meus disfarces, o meu humor, e que mereça o meu romantismo.

Não estou louca nem desesperada. Só chateada.
E como amar está um pouquiiinho difícil, o lema é “vamos rir”.
E posso dizer que piadinhas de duplo sentido não são um problema, mas taradices e pornografia são. Mantenha a distância!
Gosto que me façam rir, mas besteiras não são necessárias para isso! E tenho dito.
Forever alone? Hahaha, que seja! Vamos rir!
Mesmo porque, tenho paciência. “Deus não demora, Ele capricha!” E a espera valerá a pena!
A arte de rir sozinha / quando não pode / mais do que deveria...
A arte de não entregar o coração tão facilmente...
A arte de AINDA se importar com o fato de que as pessoas nem sempre se importam e nem sempre pareiam com nossas próprias expectativas...
A arte de achar que as coisas podem (e devem) ser diferentes...
Sou mestra nessas artes!!!
A arte de não ter aquela velha opinião formada sobre tudo.
Dependendo do que for esse “tudo”, não sei se sou tão mestra assim nessa última. É melhor se surpreender do que se decepcionar, dizem... fato!, mas como não criar expectativas? Como não esperar que tal coisa poderia ser “assim e assado”?
E mais!, ainda tem aquele lance de, ALÉM de ter expectativas sobre as coisas, situações e pessoas, AINDA espera que as outras pessoas adivinhem!
É, estamos aí, sempre errando...
Mas, sentimental eu sou, eu sou demais...!
E por isso sempre fui tachada de “santinha”. Tenso, né.
Ontem eu queria que algumas coisas mudassem. Ou melhor, eu queria que algumas coisas acontecessem!
Ontem eu queria mais presença. Ontem eu queria menos preguiça. Ontem eu queria mais seriedade. Ontem eu queria mais respeito. Ontem eu queria mais amizade. Ontem eu queria menos liberdade. Ontem eu queria mais família. Ontem eu queria menos individualidade. Ontem eu queria menos compromissos. Ontem eu queria mais trabalho. Ontem eu queria mais responsabilidade. Ontem eu queria MAIS RECIPROCIDADE. Ontem eu queria mais atenção. Ontem eu queria rir mais. Ontem eu queria menos humor negro. Ontem eu queria mais paciência. Ontem eu queria menos ansiedade. Ontem eu queria mais paz. Ontem eu queria mais sabedoria. Ontem eu queria mais comprometimento, de fato. Ontem eu queria menos vaidade. Ontem eu queria menos expectativa. Mais esperança.

Hoje?
Hoje eu quero MUITO não querer nada! De coração, corpo e alma! Não querer, não esperar, não! Hoje eu quero ficar quieta. Não quero nada, receber nada, fazer nada, cogitar nada.
Ontem tive vontade de chorar. Fiquei chatiosa. Por que? Boooooooa pergunta! Hoje, não quero chorar. Não quero fortes emoções, não quero piadas, não quero declarações, não quero sentir.
Só quero não querer nada, ao menos por hoje.

Sempre fui sentimental e nunca levei adiante relações em que não estivesse emocionalmente envolvida, e por mais que eu pareça ser durona, é apenas fachada. Só eu sei o quanto já sonhei em ser uma princesa resgatada da torre de um castelo”. Martha Medeiros.

2012: câmera lenta, porfa


Dizer que o ano está voando já passou do clichê e da redundância. Corre tanto, que a vida vai passando e a gente só se dá conta quando já passou.
Esse ano, depois que voltei da Bahia, já aconteceu tanta coisa. Minha irmã se formou, começou a trabalhar, trocou de emprego, ficou noiva, me convocou para madrinha e braço-direito, e se apossou das minhas revistas de noivas. Começamos as aulas no Centro Espírita, juntas, e estamos firmes e fortes. Ela já mudou de horário, conheci gente nova. Temos brigado menos, bem menos, quase nada. Fazemos o Evangelho no Lar com a família. Eu comecei (e terminei) o curso de Design Gráfico, já passei para o módulo de Desenvolvimento de Sites, e fiz um treinamento profissionalizante. Inscrevi um artigo, baseado no projeto de iniciação científica, junto com minha orientadora, para um congresso em Portugal. Fui num rodízio japa pela 1ª vez :D, e até lula eu comi >:S. Fui num bazar japa também, vi os amigos, comi tempurá até sair pelas orelhas, e fiz comprinhas lá. Conheci a Liberdade, e a Ikesaki, com as meninas da facul. Também descobrimos uma boa estamparia de SilkScreen. Ganhei a passagem pelo Pró-Int. E assisti a palestra do STB. Fiz a entrevista. Não passei. Vi coisinhas de casa, decoração, casamento, vestidos. Fui à ExpoNoivas pela hermana. Tirei meu passaporte. Insuflei com blogs de fotografia. Atrasei meu #365project. Atrasei posts no MCEF. Atrasei tantas idéias... Desenvolvi estampas. Desenhei, li, vi filmes... Fui ao cinema. Fiz descobertas musicais. Salvei muitas coisas. Fiz back-up. Tive novas idéias. Gastei dinheiro. Fiz uma almofada com estampa minha, para a Mamady. Papai fez aniversário. Foi-se o dia das mães. Foi-se a Páscoa. Foi-se o batizado do Amauryzinho. A Ete (prima) dormiu em casa. Enviei os questionários da pesquisa para as moças. Dormi pouco. Dormi muito. Desanimei. Me alegrei. Ri demais. Ri de menos. Pulei. Cansei. Conheci o Shop. Morumbi. Entreguei trabalhos. Fiz provas. Fiz muitas coisas. Deixei de fazer muitas coisas. Conheci gente. Perdi gente. Deixei gente pra trás. Lembrei. Esqueci. Optei. E foi assim.
Ah, tantas coisas... tantas mesmo. Com mais tempo queria tê-las tratado com mais decência aqui. Por hora, no aguardo da inspiração de férias para atualizar com mais amor.

Recomendo: Lembranças


Depois de mais de um ano que eu havia assistido ao filme “Lembranças”, revi-o recentemente. E ainda mexe comigo. Que história!
Tyler é um jovem confuso de NY, abalado pela morte de seu irmão Michael, que se suicidou no dia do seu aniversário de 21 anos. Quando do ocorrido, fazia um mês que Michael tinha sido persuadido pelo pai a trabalhar com ele, e por isso Tyler culpa o pai pela morte do irmão. Pai e filho têm uma relação conturbada, de revolta, desrespeito e desentendimento constante.
Caroline, 11, é a irmã caçula de Tyler; ambos têm uma relação de amizade linda, um é o “herói” salvador do outro, o ponto de apoio. Caroline tem alma de artista, por isso é pouco compreendida na escola, e chega a sofrer bullying das outras meninas. Os pais de Tyler e Caroline são separados. A mãe se envolveu num novo relacionamento e seguiu a vida, como uma super mãe, presente e participativa. O pai se fechou na empresa, vive para o trabalho e mal dá atenção aos filhos. Tyler não o suporta, e Caroline sente-se rejeitada, realmente acreditando que o pai não a ama.


No meio dessa família decomposta, surge Ally, uma mocinha filha de um policial super protetor que sufoca a própria filha para protegê-la. Dez anos antes a mãe de Ally foi assasinada na plataforma do metrô por dois ladrões de rua, e Ally estava presente e viu tudo. O pai dela sentia-se culpado por não ter conseguido proteger a esposa, então agora tentava prender a filha em casa. A relação dos dois também não é das melhores.
Alguns pormenores aproximam Tyler e Ally, que se apaixonam e se reconhecem um no outro, compreendendo a dor da perda.
A maior reviravolta do filme, que NÃO vou contar para não estragar, acontece no final, e é além do “surpreendente”. Loucura mesmo. Super inesperado! Assista!
O que quer que você faça na vida será insignificante. Mas é importante que você o faça. Pois ninguém mais o fará”. Gandhi.
A vida realmente é feita de momentos.

Recomendo: Emma


Ah, que livro gracinha! Tinha que ser Jane Austen, né.
“Emma” conta a história de Emma Woodhouse, uma jovem moça bem nascida e bem criada, muito bem quista por todos aqueles que a rodeiam, que vive com o pai em Highbury. Tem em altíssima estima a querida Miss Taylor, a responsável por sua criação e por criar sua irmã, Isabella, pois perderam a mãe muito cedo. Isabella casou-se com o firme John Knightley, e Miss Taylor, que também se casa, passou a ser Sra. Weston.
Emma é bonita, feliz e realizada tendo seus amigos, suas tarefas e levando sua vida de modo sossegado e, por isso, acha que não precisa e, de fato, não quer um casamento. Ao invés de realizá-la, um casamento só aborreceria seu pai e tiraria sua própria liberdade.
Mas nada a impede de tentar resolver a vida afetiva dos outros.
Tido por muitos como a melhor obra de Jane Austen, “Emma” é encantador, e nada avassalador. Um livro lindo, com uma história delicada, personagens perfeitamente reais, e reviravoltas impressionantes. Além, é claro, das excelentes descrições do caráter das personagens.
De início é aquela coisa da ambientação do leitor: enquanto você não se acostuma com os personagens e suas inter-relações, o livro pode ser um pouco cansativo. Mas depois que a historia começa a se desenrolar, não dá para largar! Principalmente quando chega o ápice da história, em que segredos são postos à prova, revelações vêm à tona, e a força do amor é testada! Maravilhoso! Obrigada, Pam, por me presentear com essa obra tão fofa! ♥

Recomendo: Viagem ao Centro da Terra

Já havia visto o filme, que A-MO e super recomendo. Só de ter o Brendan Fraser é mara, mas o restante do filme também é ótimo hehe.
Li o livro rapidinho. A leitura é bem fácil e compreensível, apesar de já ter sido escrito há quase 200 anos, pelo francês Júlio Verne, autor de outras obras que entraram na minha lista de futuras leituras, devido às suas Voyages extraordinéries que muito me interessam =D
E, lido o livro, revi o filme (3ª vez? 5ª? Já nem sei).
Pois bem, o filme e o livro são mesmo bem diferentes, mas de uma maneira positiva. O livro conta a viagem do professor Lidenbrock, que levou consigo seu sobrinho, Axel (um jovem que, sob a tutela do tio, tem aprendido muito sobre a mineralogia e suas adjacências ao longo dos anos), e o caçador islandês Hans, um homem robusto, de poucos gestos e poucas palavras, mas de uma postura firme e caráter inabalável. Hans é admirável.
No livro, o Prof. Lidenbrock e seus companheiros de viagem seguem os passos de Arne Saknussem, o primeiro homem a ir para o Centro da Terra e registrar essa experiência, muito antes de Axel ser arrastado por seu tio para essa aventura.
Já o filme ilustra a viagem do Prof. Trevor Anderson, que descobre rastros e pistas do sumiço de seu irmão, Max, o qual dez anos antes tentou a perigosa viagem ao Centro da Terra. Max era um “Verniano”, ou seja, acreditava que os escritos de Júlio Verne eram reais, e se aventurou, sem jamais voltar. Trevor tem, agora, a chance de descobrir o que houve com seu irmão, e leva consigo (a contra gosto) seu sobrinho, Sean, que se recusa a ficar, pois também quer saber o que houve com o pai. No filme, os dois viajantes contam com a ajuda da guia das montanhas, Hannah, que participa da viagem por falta de opção mesmo: eles ficam presos numa caverna após uma tempestade derrubar partes de rocha, bloqueando a passagem.
Acho que o mais divertido das duas obras é justamente o fato de não ser exatamente uma adaptação do livro para o cinema, mas uma história nova, com personagens novos (não presentes na obra de Júlio Verne), que dão vida ao enredo para as telinhas, e estes personagens mencionam o livro, mas não fazem parte dele. É como se fosse uma continuação. Isso também pode ser um incentivo à leitura. Enfim, hiper recomendado!

Recomendo: O Mestre das Iluminuras



Sabe aquelas experiências pelas quais você passa que te tiram da sua zona de confoto? Pois bem, esse livro é de uma realidade tamanha que mexe mesmo com o leitor.
Brenda Rickman Vantrease escreve com fidelidade aos costumes medievais, descrevendo passagens que me impressionaram e deixaram boquiaberta, pela brutalidade animalesca dos homens do século XIV.
O romance “O Mestre das Iluminuras” se passa na Inglaterra feudal, e conta a história do mestre Finn, viúvo e pai da doce e encantadora Rose, que vai com ela passar uns tempos sob a hospitalidade de Lady Kathryn, viúva de Sir Roderick, e mãe dos gêmeos Alfred (um cavaleiro forte e destemido) e Colin (educado, inocente e religioso).
Finn se muda para a propriedade de Blackingham a pedido da Igreja, e sob proteção desta, pois está realizando trabalhos de iluminuras para o Evangelho. Mas, “por baixo dos panos”, ele trabalha secretamente pintando uma tradução do Evangelho de São João para o Inglês, a pedido de John Wycliff, considerado pela Igreja um herege por disseminar as Sagradas Escrituras em outro idioma que não o latim.
Misturando personagens fictícios com personalidades históricas, a autora dá vida a esta trama que envolve amor, traição, arte, religião e política (monarquia) para o povo camponês, o da nobreza, e o do clero, numa história realmente envolvente.
Demorei para ler o livro, achei um pouquinho extenso e complicado no início, quando o leitor tem que se ambientar com os vários cargos da Igreja. Temos bispos, arcebispos, abades, papas...
Mas depois disso o livro se desenrola, e eu recomendo.
As pessoas eram grosseiras na época, e a autora não esconde isso, mas o faz de uma maneira sutil, onde muitas vezes algo asqueroso fica subentendido, não precisa explicar com todas as letras.
E em outros momentos fica clara a maneira polida das pessoas comportarem-se, o que para mim é o grande ganho dessas histórias antigas, onde há muita cortesia, até para criticar e ser grosseira, as pessoas eram delicadas e sutis.
Vemos-nos num filme, imaginando todas as cenas com clareza, e ainda assim as descrições não são cansativas.
O livro foi bem mais do que eu esperava. Me surpreendi positivamente. E recomendo.
Ei, Hollywood, pode rodar, que a gente vai para a estréia viu!

21 março 2012

Será o Inferno Astral?

Segundo dia de outono. Exatos nove meses para o “fim do mundo” (ah tá).
Uma super gripe se apodera de mim. Madrugar com os olhos queimando, o nariz incomodando, a garganta rasgando, a cabeça doendo e o corpo todo moído. Chegar cedo na faculdade, num dia cinza, gelado, cheio de neblina. Entre uma música e outra, o fone silencia. Tudo o que é possível ouvir são alguns poucos passos abafados, o tilintar de puxadores de zíperes e chaveiros e moedas batendo em mochilas e bolsas a cada passada. Alguns cachorros avançam em alguns pombos.
Vontade de espirrar. E de deitar.


Mas o dever chama. E cá estou, sentada, assistindo o “nada” da paisagem nublada e vazia, sem movimento, sem barulho, sem muita gente. Por enquanto.
Ontem chorei. À noite. Tomando chá antigripal, que começou a salgar com as lágrimas. Mas não por dor física. Devo ter o espírito muito sensível, a alma leve de certa forma. Uma coisinha aqui, outra ali, besteiras. Bobeiras. Nada que valha a pena ser comentado.
E lá no fundo, cavoucar até encontrar forças para superar tudo. E suportar, no meio-tempo.
Pela manhã, a gripe me consumia e o ar condicionado me torturava. Sorte que as amigas me distraíam e compreendiam com bom humor para melhorar o dia.
Na volta, em pé no trem, segurando naquela barra “mais alta do mundo”, dei um mal jeito nas costas numa brecadinha boba do trem. E agora não consigo respirar fundo, tossir ou sequer abaixar para pegar algo no chão.
Como li num muro: “Que Jah nos dê um coração puro e um espírito reto”!


Nsa. Sra. dos chuveiros elétricos: dai-me resistência!!!


P.S.: em breve voltarei com ideias novas que tenho em mente... por hora, já estou bastante atarefada no início do semestre :)



Caixinha de som: Daniel Powter - Bad day



Bjins,


Bui Spinelli

08 fevereiro 2012

Fotografia: Lua, Mr. Tumnus e Orieus

Ando fotografando um pouco mais do que o habitual... e estou adorando!!!
Minhas fotos ainda não são aquela coooooooooisa, mas estou treinando bastante, e gostando de alguns resultados ^^
Quem sabe, até o Natal, meu sonho (Canon Reflex) não se torne realidade? Hahaha
Agora umas fotinhas que eu tirei ontem à noite, sem iluminação, sem flash, e com uma câmera compacta (que é com quem eu faço todas as minhas fotos, uma Sony Cybershot). A noite estava linda, o céu limpo, a lua cheia e iluminada...


Essa foi por entre as árvores...

E hoje eu assisti, pela primeira vez, "As Crônicas de Nárnia – o Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupas", e me encantei!!! Não conhecia a história, nem o filme... e amei! Muito lindo, as imagens, as cenas, as cores, a fotografia, a trilha, os figurinos!!! Tudo encantador... dá vontade de entrar na tela e viver tudo aquilo, sentir na pele mesmo! Já estou planejando comprar os livros *-*
E nem preciso dizer que está mais do que super-hiper-ultra-big-mega-master-blaster-plus-advanced recomendado, né.
Bom, eu tinha em casa duas miniaturinhas do filme (Mr. Tumnus, o fauno mais fofo e querido de todo o mundo, e Orieus, o centauro que luta ao lado de Peter, por Nárnia e por Aslam), e quando levadas ao congelador, elas escurecem, mas basta soprá-las (tal qual Aslam) que elas voltam a suas cores normais. Hoje fotografei as miniaturas do fauno e do centauro, registrando a foto do dia para o #365project, mas não resisti, e algumas que ficaram de fora do projeto estão aqui... Também serviu para eu treinar o desfoque com uma compacta (o que não é tarefa das mais simples, já que não depende muito da gente, e sim da vontade da câmera) rsrs.
Mas eu gostei dos resultados, e aí vão eles:

Ainda parcialmente escuros, devido ao congelamento

Detalhe do fauno, Mr. Taumnus

Detalhe do centauro, Orieus

Testando o desfoque \o/



Caixinha de som: Coldplay - Paradise



Beijinhos, e até,

Bui Spinelli

02 fevereiro 2012

Um ano de blog! ♥

Hoje, dia de Iemanjá, faz um aninho que eu criei esse blog. E é aquela sensação de "nossa, como o tempo voou". Pois é.
"Parece que foi ontem" que editei cada pedacinho deste espaço, e finalizei o dia redigindo O início.
Confesso que, a princípio, não me dediquei o quanto gostaria. Fui pegando gosto pela coisa conforme o tempo passava mesmo. E hoje sei que esta ferramenta é uma excelente válvula de escape.
Buscar outros blogs é um vício. E, a partir de fontes variadas, me inspirar para alimentar esse cantinho aqui, para mim, é um exercício de organização, paciência e muito carinho.
Poucas pessoas sabem da existência do meu blog. Outras, nem comento da existência dele por que tenho, em parte, receio, vergonha e a idéia de que isso aqui não vai mudar a vida de ninguém. Então, às vezes, acabo preferindo escrever e fazê-lo para mim, mesmo.
Para quem acaba passando por aqui, tudo bem. Também não penso em escondê-lo... seria loucura... melhor seria nem criá-lo então. Não, não sou dessa opinião estranha de "escrevo para mim, tudo o que faço é para mim, e visitas não me interessam".
Não é um tópico extremamente necessário para mim, sinceramente, (mesmo por que, se fosse, eu já estaria perdida...), mas visitas são, sim, muito bem-vindas.
Os (poucos) comentários que já recebi por aqui foram sinceros, de pessoas que me conhecem pessoalmente, que amo e considero.
Não sei quantos, nem se tenho leitores variados, estranhos à mim... Se tiver, bem, obrigada por gastar o seu tempo vendo minhas fotografias e lendo meus textos. Se não tiver, bem, já me satisfaz simplesmente o fato do Mon coeur en flammes existir, e conter um ano da minha vida contado com dedicação e amor.
Estou aprendendo a ser mais objetiva... meus primeiros posts eram enoooormes, e os mais recentes são quase pocket posts. Mas ainda estou aprendendo. Sempre.
Hoje, eu quis apenas registrar que me sinto muito feliz e, sem falsa modéstia, muito orgulhosa de mim por conseguir me dedicar a algo cujos retornos são imprevisíveis, e de pura satisfação pessoal.
Parabéns a todos os blogueiros anônimos que o fazem por gosto, por amor à escrita, por paixão pela fotografia, e por simplesmente gostar de cultivar um cantinho pessoal, próprio, e de mais ninguém.

Fiz um bolinho de caneca para comemorar, ele cresceu demais, vazou e ficou tortinho hahaha...
Mas ficu uma delícia: ainda morninho, despejei leite condensado por cima, que entrou na massa... Hummm...

Beijinho, beijinho, e que venham outros aniversários ^^

Bui Spinelli

Diário de Bordo - Bahia: 11º dia

Levantar às 3:20 para chamar o Papyto, banhar, colocar as bagagens no carro, despedir da Vovó e do Vovô, e pé na estrada. Saímos de lá às 4:30, passamos por algumas paradas (para esticar as pernas, usar o banheiro e abastecer o carro), mas não nos preocupamos em almoçar na estrada... roemos durante o caminho mesmo... lanchinhos, batatas, sucos, brigadeiro, docinhos... tinha bastante coisinha para ir disfarçando.


Numa das últimas paradas, eu, meu Papyto e a Carol descemos para usar o banheiro, enquanto o tio abastecia o carro. Eis que cai um pé d’água daqueles, e ficamos ilhadas no banheiro do posto. Mais umas três ou quatro mulheres entraram no banheiro nesse meio tempo, e a luz ali acabou duas vezes. Não tinha como sair. O vento estava fortíssimo, a chuva era uma verdadeira tempestade.
Na primeira oportunidade de escapar dali, corremos para o posto, ao encontro do meu Papyto, onde o tio veio nos buscar de carro. A questão toda não era molhar... tomar chuva não é problema, é até bom... problema seria terminar a viagem, dentro de um carro, encharcada, e ainda mais que já estava escurecendo, estávamos perto de SP já, e chuvão mais frio, não ia rolar viajar assim. Então, seguimos viagem sob chuva torrencial, escuro, cansaço, princípios de fome, mas a satisfação de chegar logo em casa.


Dormi na Fernão Dias e acordei na Marginal, a tempo de ver a ponte estaiada e ter a certeza de já estar pertinho, já me sentir em casa.
Às 11 p.m. eu já estava na minha casa!!! Graças a Deus.
Banho quentinho, minha caminha... ah, nada melhor! Hahaha

E fim.


Até a próxima,
Beijo beijo,

Bui Spinelli

Diário de Bordo - Bahia: 10º dia

Dia de arrumar as malas, comprar tranqueirinhas para comer durante o trajeto, preparar lanches e brigadeiro (hummm), papear com a Ete, ver a Léia, provar o tal do coco gigante, cortado na hora (só não tava gelado, mas tava bom sim, e era água que não acabava mais hehe), ver a Sara, despedir das pessoas mais que queridas, ir no aniversário da Dudinha (sete aninhos já essa moça), brincar com os pequenos, chorar com as coisas que a Madrinha falou na despedida (amor sincero), passar na Tia Maria, ir para a Vovó, terminar de arrumar tudo, e enfim, dormir.


Bjinhos,

Bui Spinelli

Diário de Bordo - Bahia: 9º dia


Dia de Pamonhada na roça!!!
Acordar às 7 a.m. para ir para a roça.
Café da manhã tomado, protetor solar passado, partiu!
Fomos fazendo Cruzadinhas pelo caminho, o que distraiu que nem senti a distância, e mal vi a paisagem (eu estava com o livrinho).
Pois muito que bem, chegando lá, depois de ver quem já estava lá, saímos para uma caminhada eu, a Carol e a Duda.

Quando já estávamos voltando, meu exibido primo Luiz soltou os cachorros, e foi embora. Ficamos ilhadas, até que nossos salvadores apareceram: meu pai e meu tio.
Já em casa, “a salvo” rsrs, dançamos e cantamos, ao som do celular da Ete, eu e as moçoilas (Line, Carol, Ete e Duda).
Então começou a Pamonhada! Yes!
As tias já estavam descabelando os milhos (já sem palha), meu Tio começou a cortá-los, e meu pai foi para o moinho manual. A Line, eu e a Ete alimentamos o moinho, e eu despejei a “papa” de grãos de milho moídos no tacho, onde minha Madrinha peneirou tudo sozinha.
Almoçamos, e depois do almoço,eu, a Line e a Carol cuidamos da louça (:S), e não era pouca (não acabava nunca), então puxamos um ronco, nós três e a Duda.
Pamonha “temperada” e amarrada com as palhas pela Madrinha e pela Tia Maria, foi cozida no fogão a lenha e, finalmente, degustada.
Que delícia de pamonha! E que delícia de dia!!!
Família, farra, comida, paisagem verdinha, e muito sossego.
Voltei com Papyto, Vovó, Vovô, Madrinha e Duda. Papeamos, e banhei, jantei e dormi desmaiei.

Até mais,
Bui Spinelli

Diário de Bordo - Bahia: 8º dia

Dia de fazer sessão de fotos com a Line e a Carol, ir para Vitória da Conquista, fazer comprinhas, e dormir na Ete com as amadinhas.
Íamos à pizzaria, o que acabou furando, então pedimos pizza e Coca-Cola na Ete, e só fomos dormir às 3 a.m.



Bjin,

Bui Spinelli

Diário de Bordo - Bahia: 7º dia

Dormi um moooonte na casa da Ete, levantei às 10 a.m. e no café da manhã desfrutei dum cuscuz quentinho com manteiga derretendo, e café. Ôh delícia!
Ouvimos música, e fui ficando por lá... e lá almocei.
Depois a Tia Maria fez chimango, e o Papyto chegou para degustá-lo.
Fui para a Vovó, e banhei. E, mais uma vez, Papyto foi para a grande paixão dele na Bahia: a roça! Só que dessa vez ele foi para dormir, para amanhecer cedinho e levar uns bois com meu avô – incorporar o vaqueiro em cima do cavalo, né. E como isso é demorado, ele teria que dormir na roça de novo, e eu só iria vê-lo na Pamonhada, quinta-feira.
Mas... Papai ficou com o coração amolecido com minha cena dengosa de que ele me abandonaria... e, também, ficou com medo de não agüentar a viagem haha. Arrumou um vaqueiro para ir no lugar dele, acompanhando meu avô, e voltou para a cidade, mimir comigo ^^

P.S.: olha o que eu encontrei por lá (foto)... Querendo ser "Toddy" ou Nescau"? Ou uma mistura dos dois? E olha que isso não é coisa da Bahia não, hein... o produtor e distribuidor são catarinenses e gaúchos!
Chupa essa manga!!!




Bjinho,

Bui Spinelli

Diário de Bordo - Bahia: 6º dia

Acordei bem e descansada, e a Line acordou forçada pela insistência da Duda, irmã dela e minha priminha incansável.
Café da manhã tomado, casa em ordem, bizoiada na internet, fui com a Duda buscar uma Coca-Cola estupidamente gelada na venda. Almoçamos a macarronada divina-magda que a Line fez, com direito a pedacinhos de tomate, carne moída, manteiga e creme de leite dando o tom. Repeti rsrs.
Bati um bom papo com o Dudu (priminho das minhas primas). Então assistimos Onde vivem os monstros dragões, muito fofo, comendo brigadeiro caseiro de panela huuummmmmmm.
Brinquei com a Duda, contamos histórias de terror, e vi a Lara, irmã do Dudu, chegar com o bracinho engessado (com menos de dois aninhos), “que dó”, lindinha.
Fui para a casa da Vovó. Depois do banho, da janta e do papo, fui dormir na Ete. Lá fiz a unha, ouvi música até tarde da noite, e mimi.




Até a próxima,

Bui Spinelli

Diário de Bordo - Bahia: 5º dia

Passei o dia todinho curtindo preguiça. Tinha a opção de ter dormido na roça, e ter ido almoçar na casa da mãe da Sah, ou de ir para uma tal cavalgada que teve, mas não estava com coragem nem espírito para essas aventuras, ainda mais “sozinha” (sem o Papyto).
Para melhorar o dia, a Sara apareceu por lá, e fizemos uma tarde de piadas e adivinhações, encabeçadas pelo meu Vovô, e acompanhadas por mim, Sara, Carol, meu Papyto e meu Tio. Foi uma tarde bem proveitosa, meu avô tem uma mente privilegiada, uma memória absurda, e uma imaginação brilhante! É incrível o que ele consegue pensar, e perguntar de maneira que nos pega mesmo, prega peças, e conta histórias de cordel de forma linda e serena. Lindinho!


Depois da “lezeira” do dia, banhei, jantei, comi pudim (que a Madrinha levou especialmente para o Vovô) e fui dormir na casa da Line (convite da Madrinha ♥).
Vimos TV, papeamos, compramos refri na pizzaria (que estava abarrotada com a galera que foi na cavalgada, os quais ficaram nos encarando, coisa que eu “a-do-ro” né...), e fomos dormir...
Quaaaaaaaaaase cochilando, um grito estridente assola o quarto: um grilo tocando o terror geral!!! A Line, mesmo apavorada, foi “corajosa” (alguma coisa tinha que ser feita), e contou com uma ajudinha báááásica da Silvana, tia dela.
Enfim, dormimos tranqüilas...


Até mais,

Bui Spinelli

Diário de Bordo - Bahia: 4º dia

Sabadão é dia de evento na pequena cidade: Feira!!! Acordei cedinho (7:30) para ir na feira com a Ete. Passamos na Vovó para eu deixar minhas coisas lá (toalha, pijama e afins) e acabei esperando a Carol para irmos juntas (a Ete foi na frente).
Passamos na Madrinha e buscamos a Line. Aliás, ganhei um presente de Natal da minha Madrinha: um maravilindoglorioso perfume Floratta in blue d’O Boticário. Já conhecia (e amava) a fragrância! Perfeito! Amei ♥
Fomos as três, ABC, para a feira. Andamos, vimos o Vovô e outros parentes, olhamos umas barracas, mas não havia nada de muito diferente dos outros anos (coisas de cabelo, bijus, roupas, óculos, bolsas... fora as carnes, temperos, frutas...). Acabei não comprando nada, e ganhei um sorvete da Tia Joana.
Já estávamos voltando cansadas e esturricadas sob o sol escaldante do deserto, quando o pai da Carol passa. Yes!!! Carona com o tio!!! Pegamos o Papyto no meio do caminho também, e fomos embora.
Depois da feira, meu Papyto e meu Tio foram para a roça de novo (terceira vez em três dias, desde que chagamos, e eu não havia ido nenhuma ainda).


À noite, eu e a Carol fomos à casa da Sara buscá-la, mas ela não estava. Fomos para a casa do Jean, amigo das meninas, para ver um filme – Conan, o Bárbaro. Vimos somente a primeira cena, e fomos jantar. Papeamos, e o filme ficou de lado. A Sara também apareceu por lá.
Fomos embora, acompanhamos a Sara até a casa da avó dela (Vovó Biscoito, que é uma fofa, lembra de mim bem pequenininha, da minha irmã, da Mamady...), e fomos para a casa da Vovó, dormir.
Foi nesse dia que teve as lutas do UFC, mas não vi nada, capotei.


Beijo,

Bui Spinelli

Diário de Bordo - Bahia: 3º dia

Dormi com a Carol, na casa da Vovó. Então fui ao mercado ser extorquida!!! Filei almoço na casa da Ete e passei o dia com ela, vendo TV (Mulheres de Areia, Sessão da Tarde, Vídeo Game Verão, Malhação).Passei na Léia, ganhei picolé \o/, vi a Carol língia com aquela toquinha ridícula de luzes no salão, e voltei na Vovó para ver o pessoal que havia ido para a roça. Banhei (divinamente numa água morninha) e mimi na Etinha.



Até...

Bui Spinelli

Diário de Bordo - Bahia: 2º dia

Levantar cedinho, madrugada ainda, preparar tudo e lá fomos nós. Andando devagarzinho, devido aos buracos (a.k.a. crateras) das estradas mineiras, as surpresas são inevitáveis – e é aí que mora o perigo.


O carro do meu Tio que vinha logo atrás acabou sendo pego por um desses buracos, estourando um pneu dianteiro e entortando o traseiro, que murchou. Por sorte, meu outro Tio havia feito amizade com um pessoal que se hospedou no mesmo hotel que a gente, e “calhou” deles passarem por ali bem no momento em que os dois carros (dos meus tios) estavam parados com o alerta ligado, e ainda estava escuro (amanhecendo). Foi Deus quem os mandou! Um dos carros que nos socorreram era igual ao do meu Tio, então trocou os dois pneus, com o step do carro e o step emprestado, até acharmos uma borracharia (“Restaurante e Borracharia do Bira”).


Tudo resolvido, o resto do dia foi sossegado, sol e alegria! Chegamos e almoçamos beeeem (aquela comida baiana, feijãozinho mara, hummm...), vi a Vovó e o Vovô, as primas amadinhas, a Madrinha e o Padrinho... Família é mesmo tudo de bom!
Um dia bem preguiçoso... sol forte, cansaço da viagem, lezeira... preguicinha de rir, de falar, até de pegar as coisas para tomar banho! Mas banho tomado é mesmo uma renovação! Papos em dia, janta, e relaxar... ♥


Bjin,

Bui Spinelli

Diário de Bordo - Bahia: 1º dia

Minha “pré-viagem”, no dia anterior, foi corrida... Com as malas prontas, foto do dia, post no blog, mensagem de níver para a Negrets (aposto que fui a primeira) e tudo certo, fui deitar umas 2:40... para levantar 3:20!!!
Nem dormi! Levantei, tomei banho, e pé na estrada!
Tirando as paradas, onde o pessoal tomava café, usava o banheiro e, enfim, esticávamos as pernas, parecíamos verdadeiros lagartos roendo por todo o caminho... e ainda paramos para almoçar e jantar!!!
Comi muito bem, a janta foi no Pora’s (em Francisco Sá, MG)... oh o nome! Isso já rendeu umas poucas e boas... mas a comida é sensacional!
Paramos para dormir no Hotel Avenida, também em Francisco Sá (MG), que parece mais uma pousada, é simples e ótimo, com chuveiro morninho, muito bom, camas confortáveis e TV ^^
Fora o cansaço normal da viagem e os trechos de chuva (que não foram poucos, e alagaram Minas), esse primeiro dia na estrada foi sossegado.



Até mais,

Bui Spinelli